sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Entrevista com o prof. Lucas Ciavatta

Na entrevista com o professor Lucas Ciavatta vimos um trabalho fantástico utiliza diferentes movimentos corporais com alunos, para perceber as dificuldades existentes na aprendizagem. O mesmo busca na aprendizagem dos movimentos detectar a compreensão, a coordenação motora e o tempo. No compasso de seu ensinamento ele conseguiu aprender e ensinar a transposição de idéias e a sincronia existente nos grupos. No seu trabalho ele demonstra o quanto e difícil e necessita de paciência e perspicácia um grupo que busca aprendizagem. Em suas explicações,o mesmo nos obriga a refletir sobre a mesmice de sala de aula e nos faz refazer nossas idéias de pensar em relação a essa troca múltipla que é o ensinar e aprender. Fase essa que é sempre significativa a qualquer ser humano e que nunca devemos deixar de viver. Pois sabemos que o individuo não é compacto e que o mesmo não absorve tudo de uma vez,necessitando de pausas para a absorção do conhecimento,isto é, aprendemos devagar passo a passo. O mesmo insere em nossas mentes o desejo de mudança.

Através dessa entrevista podemos perceber que quando se tem compromisso com o que se faz sempre é possivel obtermos bons resultados.Ao desenvolver todo e qualquer grupo ,estamos desenvolvendo nos componentes desse grupo o sentimento de união, parceria, respeito e colaboração,alcancaremos bons resultado em todo e qualquer area trabalhada e no uso da tecnologia não seria diferente.

REFLEXÃO SOBRE O VÍDEO “SALTOS NO TEMPO”

O vídeo de Lucas Ciavatta trata a expressão corporal numa dinâmica de concentração e organização. Os participantes estão integrados havendo respeito uns aos outros. O trabalho valoriza o grupo como um todo resultando nesta apresentação diferente e simples ao mesmo tempo.No entanto, há necessidade de preparo e formação musical do professor que se propõe a fazê-lo, não correndo o risco de que ocorram erros... e tudo se perca pelo caminho. O professor precisa aprender a utilizar recursos mais simples, o corpo e a voz.

Quando se propõe a trabalhar neste contexto, acredito que o indivíduo entra em conexão com o outro, compreende a música com o próprio corpo. Achei essa apresentação artística um belo exemplo de criatividade em artes envolvendo a dança e a música, sem o uso de nenhum instrumento e voz.

Vimos no entanto que o importante nem é tanto a tecnologia impregada no processo de ensino e/ou no projeto de aprendizagem, mas a metodologia que é utilizada, que possibilite unir o útil ao agradável para ambos os pólos educacionais: professores e alunos.